ONG Parceira do PortoWeb

Rede Brasil AVC

Quem Somos?

 A Rede Brasil AVC é uma Organização não Governamental criada com a finalidade de melhorar a assistência global ao paciente com AVC em todo o País. É formada por profissionais de diversas áreas que unidos lutam para diminuir o número de casos da doença, melhorar o atendimento pré-hospitalar e hospitalar ao paciente, melhorar a prevenção ao AVC, propiciar a reabilitação precoce e reintegração social.

Histórico

 O AVC  é a doença que mais mata os brasileiros e é a principal causa de incapacidade no mundo. Apesar disso, ainda é uma doença negligenciada. A população não sabe reconhecer os sintomas, não sabe que atitude tomar na vigência do quadro agudo, não conhece seus fatores de risco e adere mal à sua prevenção.
Na década de 90 ficou comprovado que as unidades de AVC diminuem a mortalidade e a incapacidade com um conjunto de ações simples e objetivas, como evitar febre, evitar queda da oxigenação, evitar aumento ou diminuição excessiva da glicose, mobilizar precocemente o paciente, evitar aspiração com alimentos. Mesmo assim, pouquíssimos hospitais no país oferecem este atendimento simples e barato mas que necessita organização e treinamento da equipe.
Em 1995 ficou demonstrado que uma nova medicação, o rtPA (ativador do plasminogênio tecidual recombinante), também chamado de alteplase, quando aplicado endovenosamente em até 3 horas do início dos sintomas é capaz de desobstruir o vaso da circulação cerebral ocluído durante o AVC isquêmico . Este tratamento, chamado trombólise, é o único tratamento efetivo aprovado para o AVC e aumenta muito as chances de recuperação do paciente. A trombólise para o AVC está aprovada no Brasil desde 2001 mas, ainda hoje, poucos hospitais tem treinamento, estrutura e organização suficientes para implementá-la. Além disso, para evitar complicações, o tratamento exige um neurologista treinado no atendimento destes pacientes.
Desde 2002, por iniciativas individuais, um grupo de neurologistas vasculares vem organizando os seus hospitais de atuação para tratar aos pacientes com AVC com a melhor terapia disponível. Em junho de 2008 o Brasil já apresentava 35 hospitais oferecendo tratamento trombolítico aos pacientes com excelentes resultados, semelhantes aos da literatura internacional. Destes hospitais, 14 atendiam pacientes do Sistema Público, demonstrando que o Brasil tem condições de oferecer o único tratamento disponível para o AVC com segurança.
Em fevereiro de 2008, a Coordenação Geral de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde percebeu a necessidade e a possibilidade de estruturar um Projeto Nacional de Atendimento ao AVC, acreditando que a organização dos serviços de urgência (pré-hospitalar e hospitalar) melhorariam a qualidade do atendimento a todos os pacientes e a partir da urgência organizaríamos toda a rede de assistência.
O Projeto foi construído reunindo as melhores experiências do país no atendimento ao AVC em cada área e alicerçado pela Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares / Academia Brasileira de Neurologia e pelos maiores especialistas em neurologia vascular do país. Estes neurologistas, que vinham individualmente trabalhando para melhorar a assistência do AVC em seus hospitais e suas cidades, uniram-se, a partir da iniciativa do Ministério da Saúde, para juntos formar a Rede Brasil AVC. 


Diretoria

Presidente: Sheila Cristina Martins Ouriques
Diretor Científico: Ayrton Roberto Massaro
Diretor Financeiro: Leonardo Vedolin
Diretor Administrativo: Luiz Antônio Nasi

Membros Fundadores

Alexandre Longo, neurologista (SC)
Ayrton Roberto Massaro, neurologista (SP)
Carla Heloisa Moro, neurologista (SC)
Cloer Véscia Alves, clínico (RS)
Elza Dias Tosta, neurologista (FD)
Gabriel Rodriguez de Freitas, neurologista (RJ)
Guilherme Marmontel Nasi, estudante de medicina (RS)
Guilherme Ouriques Martins, analista de sistemas (RS)
Jamary Oliveira Filho, neurologista (BA)
Luiz Antônio Nasi, intensivista (RS)
Leonardo Modesti Vedolin, neuroradiologista (RS)
Magda Carla Ouriques Martins, psicóloga (RS)
Manoel Fernandes Canesin, cardiologista (PR)
Maurício André Gheller Friedrich, neurologista (RS)
Octavio Marques Pontes Neto, neurologista (SP)
Raul Alberto Valiente, neurologista (SP)
Rosane Brondani, neurologista (RS)
Sheila Cristina Ouriques Martins, neurologista (RS)
Soraia Ramos Cabette Fábio, neurologista (SP)
Viviane Hiroki Flumignan Zétola, neurologista (PR)

Consultores Internacionais

Vladimir Hachinski, Canadá
Werner Hacke, Alemanha

Membros

Adriana Conforto, neurologista (SP)
Adriano Samuel Wartchow, neurologista (RS)
Alan Chester, neurologista (SE)
Alexandre Maulaz, neurologista (RS)
Alexandre Pieri, neurologista (SP)
Aline Marques Franco, fisioterapeuta (SP)
Ana Carolina Fernandes Rodrigues (SP)
Ana Piccolo, neurologista (SP)
Andréa Baixo Fernandes, enfermeira (SC)
Andrea Garcia de Almeida, neurologista (RS)
Andrea Pereira Regner, emergencista (RS)
Augusto Cesar Esmeraldo, neurocirurgião (SE)
Benjamim Pessoa Vale, neurocirurgião (PI)
Bernardo Liberato, neurologista (RJ)
Carlos Bosco Marx, neurologista (SP)
Charles Klampt, neurologista (RS)
Christian Naurath, neurologista (RJ)
Cybele Grossi Richardson, neurologista (MG)
Carlos Clayton Macedo de Freitas, neurocirurgião (SP)
Daniel Bezerra, neurologista (RJ)
Daniela Laranja, neurologista (SP)
Daniela Morales, fisioterapeuta (SP)
Dario Gonçalves de Moura Neto, cardiologista (SE)
Edilene Guiotti di Gregorio, neurologista (GO)
Edinardo Zara Correa, fisioterapeuta
Eduardo de Souza Melo, neurologista (PE)
Eli Faria Evaristo, neurologista (SP)
Erika Puertas, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional (SP)
Fábio Serra Silveira, cardiologista (SE)
Franklin Bernardes Faraj de Lima, neurologista (MG)
Gisele Sampaio, neurologista (SP)
Gustavo Daher Vieira de Moraes Barros, neurologista (MG)
Helaya Dias Coelho, neurologista (MG)
Helga Cristina dos Santos Sartori, neurologista (MG)
Ilana Werneck, neurologista (MG)
Jairo Lins Borges, cardiologista (SP)
José Antonio Fiorot, neurologista (ES)
Jose Ferrero, neurologista (SP)
Jovana Gobbi Marchesi Ciriaco, neurologista (ES)
Juliana Safanelli, técnica enfermagem, estudante enfermagem (SC)
Júnior Santos Pouzas, neurologista (MG)
Leonardo Marciel da Cunha, neurologista (MG)
Letícia Rebello, residente em neurologia (
Li Li Min, neurologista (SP)
Luana Maria Ribeiro Borges, enfermeira
Lucas Baptista Fontanesi, educador físico (SP)
Luciana Barros Marques, fisioterapeuta (SP)
Luciana Rocha Sona, terapeuta ocupacional (SP)
Luciano Eiffler, emergencista (RS)
Luiz Carlos Brasiliano Ferreira, neurocirurgião (RS)
Maramélia Miranda-Alves, neurologista (SP)
Marcelo Kern, intensivista (RS)
Márcia Lorena Fagundes Chaves, neurologista (RS)
Marcilio Monteiro, neurocirurgião (MG)
Márcio Gadelha, neurologista (RN)
Maria Carolina Loureiro, neurologista (SP)
Marco Aurélio Caneda, neurologista (RS)
Marco Tulio Pedatella, neurologista (GO)
Marcos Christiano Lange, neurologista (PR)
Mariana Dagnino Araujo, neurologista (RS)
Marjeane Hockmuller, neurocirurgião (RS)
Maurer Martins, neurologista (RS)
Millene Rodrigues Camilo, neurologista (SP)
Nelson Expedito, neurologista (SP)
Norberto Cabral, neurologista (SC)
Priscila Watson Ribeiro, fonoaudióloga (SP)
Rachel Fatima Figueiredo, neurologista (MG)
Rafael Fonseca, fisioterapeuta (RS)
Ricardo Loureiro, médico (RR)
Roberta Rigo Dalcin, emergencista (RS)
Rodrigo Targa Martins, neurologista (RS)
Rodrigo Bazan, neurologista (SP)
Rogelio Iván Ortiz Velázquez (RO)
Romeo Santanna, neurologista (MG)
Rubens Gagliardi, neurologista (SP)
Sandra Cardoso Otoni Rocha, fisioterapeuta (MG) 
Samir Ale Bark, neurocirurgião (PR)
Savio Roberto Silva, enfermeiro (SP)
Sheyla Cristina Tonheiro Ferro da Silva, cardiologista (SE)
Tanis Martins dos Santos, enfermeira (RS)
Vinicius Vitro, cardiologista (SP)
Wagner Avelar, neurologista (SP)
Yasmine Saboya, jornalista (RJ)




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